Uma salamandra a lenha é funcional e ainda um autêntico objecto de decoração
Sabia que existem cariocas que adoram desfrutar das baixas temperaturas? Esta preferência – que parece ser tão invulgar em pleno Rio de Janeiro – deve-se a um único motivo: a uma reconfortante salamandra a lenha.
A verdade é que muitos habitantes da «cidade maravilhosa» continuam a manter viva a tradição de se aquecer junto deste tipo de equipamentos na temporada mais fria do ano.
Sendo assim, a salamandra a lenha permanece como o modelo de aquecimento mais popular da actualidade, sobretudo em apartamentos: «O escape da fumaça é feito através de dutos, como os de exaustores, e uma tampa de vidro temperado evita o escape de fuligem e de fumaça», explica, citada pelo jornal O DIA, a empresária brasileira Luísa Larsson, que trabalha neste sector há já 22 anos.
Para além da sua componente funcional, a salamandra a lenha cada vez mais é encarada como um objecto de decoração.
Aliás, é por esse motivo que as marcas responsáveis pela construção deste tipo de equipamentos apostam bastante em aparelhos com linhas estéticas versáteis, ou seja, que tanto combinam perfeitamente com um ambiente mais sóbrio, como com um espaço que se caracterize pela sua informalidade.

A ecologia é uma preocupação constante para quem utiliza salamandra a lenha.
Os aquecimentos com combustão a pellets são disso um excelente exemplo. Afinal de contas, estas substâncias resultam do aproveitamento dos resíduos. Por outro lado, as salamandras a pellets desenvolvem uma queima mais rentável.
Sabia, por exemplo, que os clientes que se aquecem junto destes aparelhos consomem em média, uns 20 sacos de pellets, o que equivale a uns 300 kg? Acrescente-se que esta madeira se encontra isenta de humidades e de resinas, o que permite uma combustão quase total, e não cria uma série de problemas, como o odor desagradável.
As salamandras a gás são uma alternativa prática e «amiga do ambiente»
No entanto, a salamandra a lenha também tem sido substituída a pouco e pouco por aquecimentos mais práticos e que conseguem promover um desenvolvimento sustentável.
É o caso das salamandras a gás, que são «amigas do ambiente» e têm um funcionamento que se encontra apenas à distância de um clique.
O jornal O DIA dá alguns exemplos de cariocas que esperam, ansiosos, pelo frio para tirarem o casaco dos armários, ligarem os equipamentos a gás e reunirem com os amigos ao redor do calor.
Vejamos o exemplo de Álvaro Socci. Segundo este produtor musical, este tipo de equipamentos acaba por conferir «um charme especial ao ambiente», para além de ser extremamente funcional, uma vez que «a temperatura da sala fica até 10º C mais alta».
Fonte: Jornal O DIA